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Thursday, January 21, 2010



Sinopse:
Corpo franzino, arzinho docemente malandro nos olhos a irradiar-lhe as rosetas da face, vermelhas do frio e do esforço, e uma corda de guita retorcida a baloiçar endiabrada em duas mãozitas brancas e finas, é este o retrato mais fiel da pequena Ida. Onde quer que fosse lá ia saltitando como os pardais quando, atrevidamente gulosos e destemidos, roubavam, por entre as galinhas, o centeio, o trigo ou uns farolos de pão duro, amolecido e espapaçado pelas mãos grossas e poderosas da Ti Bina. Percorria distâncias enormes e não desprezava fazer um recado à mãe sem que desaparecesse num voo cadenciado de bola em movimento Canelha acima.

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